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CAR-T Cells: será o fim do transplante alogênico para a leucemia linfoide aguda?

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CAR-T Cells: será o fim do transplante alogênico para a leucemia linfoide aguda?

Confira o que acha o Doutor Ryan Cassaday, norte-americano que deu uma aula no Next Frontiers to Cure Cancer, congresso internacional organizado pelo A.C.Camargo

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Confira o que acha o Doutor Ryan Cassaday, norte-americano que deu uma aula no Next Frontiers to Cure Cancer, congresso internacional organizado pelo A.C.Camargo

As CAR-T Cells, também conhecidas como células CAR-T, são uma grande novidade no tratamento de tumores hematológicos, embora seja um tratamento que não esteja disponível para o grande público.

O assunto foi tema no Next Frontiers to Cure Cancer, congresso internacional organizado pelo A.C.Camargo.

No painel Neoplasias Hematológicas - Leucemia Linfoide Aguda - O futuro da terapia com células CAR-T: será o fim do transplante alogênico?, o Doutor Ryan Cassaday, norte-americano que é professor na Universidade de Washington e no Fred Hutchinson Cancer Research Center, diz que ainda são necessários alguns avanços.


CAR-T Cells: o que são 

As CAR-T Cells são terapias personalizadas e agem em alvos específicos, usando células do paciente e não medicamentos sintéticos. 

Trata-se de células de defesa do organismo, que são extraídas do paciente e moldadas em laboratório para combaterem seu próprio tumor. 

Depois, são infundidas de volta no paciente. Ou seja, elas atuam reprogramando as próprias células do paciente contra a doença. 

Segundo o Doutor Ryan Cassaday, precisamos responder a perguntas para as quais ainda não temos respostas.

"Precisamos conseguir respostas mais rápidas, eficazes e seguras. Temos diferentes prognósticos, como fatores de pré-tratamento, o peso das doenças e terapias anteriores. Também precisamos de mais centros realizando as terapias com CAR-T Cells no mundo para entender mais sobre quais pacientes respondem melhor às CAR-T Cells. Enquanto não tivermos isso, o transplante pode seguir como uma opção interessante”, analisa o médico.

Doutor Ryan, branco, 40 anos, CAR-T Cells