Pós-graduação do A.C.Camargo forma milésimo aluno
Pós-graduação do A.C.Camargo forma milésimo aluno
Tese de número 1.000 foi defendida em 18 de agosto para obtenção do título de doutorado pela aluna Flávia Werner da Rocha Jesuíno
Tese de número 1.000 foi defendida em 18 de agosto para obtenção do título de doutorado pela aluna Flávia Werner da Rocha Jesuíno
Foi em 1953, que o A.C.Camargo Cancer Center lançou seu primeiro programa de residência médica em oncologia, um dos mais antigos e tradicionais do Brasil. Essa mesma data marca também a fundação da instituição, originalmente batizada como Hospital do Câncer. Estes dois fatos, somados ao volume de novos oncologistas formados, confirmam a tradição e excelência do A.C.Camargo na área de ensino em saúde com seus programas de residência e pós-graduação.
Mais de quatro décadas depois, em 1997, foi criado o programa de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) que dois anos mais tarde formou sua primeira mestra, a aluna Karina Ribeiro defendendo a dissertação “influência de sintomas comorbidades e estadiamento patológico no diagnóstico, tratamento e prognóstico dos pacientes com carcinomas espinocelular de língua oral” sob a orientação de Luiz Paulo Kowalski, atual líder do Centro de Referência de Tumores de Cabeça e Pescoço do A.C.Camargo.
Em agosto de 2023 o programa forma seu milésimo aluno. Atualmente o A.C.Camargo é o principal centro privado de produção científica em oncologia e formação médica oncológica do País. Este compromisso com a sociedade é parte do pacto incansável pela vida e em ampliar o acesso a prevenção, diagnóstico, ensino e pesquisa do câncer para toda a população.
A milésima tese foi defendida nessa sexta-feira (18), para obtenção do título de doutorado pela aluna Flávia Werner da Rocha Jesuíno, com a orientação do Dr. Levon Badiglian Filho. O projeto intitulado “Comparação da evolução de lesões HPV-induzidas de alto grau de colo uterino entre pacientes HIV-positivo e HIV-negativo, atendidas no ano de 2008 e 2009, por período de 10 anos”.
Este estudo comparou a evolução das lesões HPV-induzidas em 2 grupos: mulheres HIV-positivas e HIV-negativas. O resultado mostrou que as HIV-positivas têm maior probabilidade de serem infectadas com HPV, possuir lesões pré-cancerosas mais difíceis de tratar e têm taxas mais altas de recorrência ao tratamento.
“Este é um momento de celebração. Formar mil alunos em um programa de pós-graduação é um marco muito importante para o A.C.Camargo. Precisamos celebrar toda a contribuição deste programa para a sociedade e parabenizar estudantes, docentes e alunos egressos deste programa”, completa o head de diagnóstico por imagem e coordenador do programa de pós-graduação do A.C.Camargo Cancer Center, Dr. Rubens Chojniak e o 14ª doutor formado pelo programa de pós-graduação.
