Vacinação e Covid-19 para pacientes com câncer Pular para o conteúdo principal

Vacinação e Covid-19: 5 coisas que o paciente com câncer precisa saber

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Vacinação e Covid-19: 5 coisas que o paciente com câncer precisa saber

No Dia Nacional da Imunização, tire dúvidas importantes em tempos de pandemia

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No Dia Nacional da Imunização, tire dúvidas importantes em tempos de pandemia

Vacinação e Covid-19: para o paciente com câncer, todo o contexto ainda gera muitos questionamentos.

Neste 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização, o A.C.Camargo Cancer Center reafirma alguns fatos importantes.

Lembramos ainda que no A.C.Camargo são tomadas todas as medidas preventivas em tempos de pandemia. Desta forma, de maneira segura, é possível prosseguir com seu tratamento

Importante: o paciente oncológico não deve deixar de conversar com o médico para programar o melhor momento da vacinação.  

A seguir, tire cinco dúvidas sobre a Covid-19 no que se refere à vacinação.

Recomendamos que todos os pacientes oncológicos tomem a vacina, exceto os menores de 18 anos.

Se você, atualmente, está em tratamento oncológico, sabemos que a melhor resposta para seu sistema imunológico é obtida se a vacina for administrada 15 dias antes ou 15 dias depois da última quimioterapia.

Pacientes que receberam um transplante de medula óssea devem consultar seu médico de confiança para definir o melhor período para a administração da vacina.

De qualquer forma, todos os pacientes oncológicos devem alinhar a questão da vacinação com seus médicos.

As doses das vacinas são complementares.

Assim, a segunda dose da vacina deve, obrigatoriamente, ter sido produzida pelo mesmo laboratório que desenvolveu a primeira.

Ou seja, quem tomou a primeira dose da AstraZeneca, tem de receber a segunda dose da AstraZeneca.

E isso vale para todas as vacinas, pois as plataformas de produção e os componentes de cada uma delas são diferentes. 

Não importa qual das vacinas contra a Covid-19 você receba: tenha a certeza de que ela é segura e eficaz na proteção contra infecções graves.

As duas vacinas que estão em uso no país atualmente – CoronaVac e AstraZeneca/Oxford – são compostas por vírus inativados e vetor viral, respectivamente, portanto, são incapazes de provocar a doença em quem as recebe.

Uma das coisas mais importantes que você tem de ter em mente é que os suprimentos da vacina contra a Covid-19 ainda são limitados em todo o Brasil. Assim, se surgir a oportunidade de obter uma vacina, vacine-se.

Pacientes que fizeram cirurgia na mama ou na axila devem receber a vacina no braço do lado oposto ao da cirurgia.

Tratamentos hormonais, em sua maioria, não interferem na resposta vacinal, não sendo necessário parar o tratamento.  

No entanto, apenas o seu médico pode traçar a melhor estratégia.